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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

FADO a Património Mundial

   No início da próxima semana será conhecido o veredito da UNESCO sobre a candidatura portuguesa do FADO a património Imaterial da Humanidade e faço figas, apesar da diretora geral da organização já ter feito saber que existe um número excessivo de candidaturas, para que esta nossa "música popular urbana" consiga tal reconhecimento.

    Portugal concorre apenas com uma candidatura nesta categoria e conta com 48 oponentes ainda que tenha a vantagem de ser uma das 7 recomendadas pelo comité de peritos da UNESCO. Algum alento para a delegaçao portuguesa, composta pelo presidente da Comissão nacional da UNESCO, embaixador Fernando Andresen Guimarães, o presidente da Comissão Científica da candidatura, Rui Vieira Nery, a diretora do Museu do Fado, Sara Pereira, o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa e a vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto, que chegam amanhã a Bali (Indonésia) para conhecer o veredito final. 

   Não tenho dúvida alguma de que o FADO merece ser Património Mundial e não digo isto por ser Portuguesa ou por gostar de fado ainda que estes possam ser fatores preponderantes na minha escolha. Contudo não é a minha escolha que conta mas sim a dos representantes da UNESCO.
 
   Apesar da grande maioria dos fados transmitir uma espécie de angústia existencial, uma saudade maior que a própria vida, uma procura por algo inalcansável, a verdade é que há fados que o transmitem de uma forma alegre e não tão "pesada" ainda que, na minha opinião, o que tão bem caracteriza um fado tipíco português é precisamente esse "pesar".

   Não querendo tirar o mérito da fadista Mariza, deixo-vos com uma das minhas fadistas da atualidade preferidas:

Ana Moura - Fado da Procura